O dia pela noite 2

O dia pela noite 1

Gabriel Abrantes

Gabriel Abrantes
(em colaboração com Daniel Schmidt)

2003, 2004, 2002… 2002, 2010
Super 16 transferido para vídeo, cor, som
Escadas para a discoteca (quarto escuro)

Uma sala pequena, um quarto escuro para duas pessoas. Gabriel Abrantes (n.1984, EUA) criou um filme que cruza duas épocas temporais distintas, uma no tempo da Inquisição, em que se encontram cavaleiros e mouros, outra nos nossos dias acompanhando a viagem de duas jovens raparigas ao Lux.

Vasco Araújo

Ad Verbum, 2010
Instalação
Desenhos a tinta Rosco Clear Colour Blue – Invisible Fluorescent Paint sobre parede preta, luzes negras.
Dimensões variáveis.

Discoteca

Enquanto dançamos na discoteca, por momentos, as luzes negras são accionadas. É então que a instalação de Vasco Araújo (n.1975, Lisboa) “explode” pelas paredes. Apenas em momentos precisos durante a noite. Estejam bem atentos.

Pedro Barateiro

Boca de Cena, 2010
Estrutura metálica, Viroc (aglomerado de madeira e cimento)
270 x 400 x 550 cm

Terraço

Esta obra pede a participação do público. Pedro Barateiro (n.1979, Almada) propõe uma lista de coisas que se podem fazer em cima da sua escultura: beijar, beber, fumar, encenar peças de teatro amador, dormir, conversar com alguém que não conhecemos, dançar, pensar, ficar à espera do nascer do sol… Acrescentem o que quiserem a esta lista…

Alexandre Farto

Fading Remains, 2010
Posters recolhidos na rua, cola, tinta branca
100 x 400 cm (aprox.)

Glimpse, 2010
Vídeo, Stencil
300 x 200 cm (aprox.)

Escadas para a discoteca


I was here the whole time, 2010
Parede esculpida
300 x 400 cm (aprox.)

Escadas para o terraço

Quando descemos a escada para a discoteca vemos o skyline de Lisboa feito a partir de uma série de cartazes rasgados, muitos deles de eventos que passaram pelo Lux. Alexandre Farto (n.1987, Lisboa) criou também um vídeo que parece pulsar ao som da discoteca… Nas escadas para o terraço vemos a confirmação: I was here the whole time.

Pedro Gomes

Sem título, 2010
Contraplacado lacado
144 x 230 x 5 cm

Escadas para o bar piso 1 (entrada)

Bem à entrada Pedro Gomes (n.1972, Moçambique) recebe quem passa com um desenho em contraplacado de alguém que parece tapar a boca, os ouvidos, e os olhos. Mas na verdade o artista alerta-nos, desta maneira, para a maior percepção dos nossos sentidos. Este é um dos melhores sítios para o fazer.

Rodrigo Oliveira

We Cannot Escape From Each Other, 2010
Acrílico espelhado, estruturas auxiliares, resina epoxy, leds com instalação eléctrica
1500 x 300 cm

Parede do bar e cabine DJ do piso 1

Estamos eternamente ligados uns aos outros. Vemos o nosso reflexo no espelho, lemos a frase que nos convida a relacionarmo-nos. Rodrigo Oliveira (n.1978, Sintra) criou uma enorme instalação que transforma, por meio de espelho e de linguagem, a totalidade da parede do bar principal.

Francisco Queirós

constantino, 2010
Vinil, tinta e papel
500 x 400 cm

myxomatosis, 2010
Fotocópias e tinta
500 x 400 cm

Paredes “gémeas” do bar 3 no piso 1

“May a dream bring love to you”… É uma das frases que lemos na intervenção de Francisco Queirós (n.1972, Lisboa). As obras misturam imagem e linguagem, ocupando as duas paredes “gémeas” junto a um dos bares do piso 1. É preciso ler e descobrir, com atenção, o boxeur constantino, e a estranha doença que ataca os coelhos, myxomatosis.

Mafalda Santos

And the beat goes on, 2010
Intervenção site specific (acrílico sobre colunas)
(15x) 400 x 150 cm

15 Colunas do piso 1

A história do Lux. Quem cá tocou, quem por cá passou. Mafalda Santos (n.1980, Porto) escolheu intervir nas diversas colunas do piso 1 com “frequências”, uma espécie de diagrama, onde podemos ler tantos nomes… Cada coluna corresponde a um ano de existência. Procurem, pensem e relembrem-se. Estiveram cá nessa noite?

João Pedro Vale

Rainbow Kiss, 2010
Metal, plástico e mecanismo eléctrico
1290 x 400 cm (aprox.)

Parede exterior (entrada)

É uma escultura cinética de grande escala colocada na parede exterior, bem à entrada do Lux. João Pedro Vale (n.1976, Lisboa) partiu das conhecidas esculturas de René Bertholo para criar uma parede “céu” em que as nuvens se movem e o arco-íris aparece e reaparece.

Francisco Vidal

Funky Portuguesas, 2010
Tecido, metal
(7x) 180 x 100 cm

Bandeira nacional di Fim, 2010
Vídeo, cor
Som: Rita GT, “Hino à Alegria em Miau” (2008)

Terraço e casas de banho do piso 1

O Cais da Pedra é um porto. Santa Apolónia está aqui mesmo em frente. Francisco Vidal (n.1978, Lisboa) colocou no terraço uma série de bandeiras “alteradas” que contam parte da nossa história. Nas casas de banho vemos um slideshow de desenhos feitos a partir do antigo “fim de emissão” da RTP. O som é uma peça da artista Rita GT, um hino muito especial…